Nascentes efêmeras
Em clareiras súbitas
Entre as luzes tardas
Do imenso crepúsculo
Negros megálitos
Em doce decúbito
Sob o peso frágil
Da pálida abóbada
Calmo subjacente
O vale infinito
A estender-se múltiplo
Inventando espaços
Criando o silêncio...
Nenhum comentário:
Postar um comentário